quarta-feira, 11 de maio de 2011

As 20 maiores reservas de petróleo do mundo

As 20 maiores reservas de petróleo do mundo

1. Arábia Saudita¹264,3
2. Irã¹137,5
3. Iraque¹115,0
4. Kuwait¹101,5
5. Emirados Árabes Unidos¹97,8
6. Venezuela¹80,0
7. Rússia79.5
8. Líbia¹41,5
9. Cazaquistão39,8
10. Nigéria¹36,2
11. Estados Unidos29,9
12. Canadá17,1
13. República Popular da China16,3
14. Qatar¹15,2
15. México12,9
16. Argélia¹12,3
17. Brasil²12,2
18. Angola¹9,0
19. Noruega8,5
20. Azerbaijão
7,0




joaquim Cosme.

Globalização, será que é para todos ?


Globalização, será que é para todos? 
   
Paz sempre foi o principal desejo dos homens. Seria possível durante horas citar hinos e obras de arte que oram por ela. A paz nós almejamos, pois sabemos que a discórdia gera a violência, que sempre extingue vidas humanas. A despeito deste antigo anseio, a humanidade praticamente nunca desfrutou de plena paz. Discórdia e guerra sempre inflamaram ali e acolá. 
    Entretanto, etnólogos afirmam que biologicamente o homem está entre os seres vivos mais tolerantes: ele consegue com mais êxito dividir o ar com os de sua espécie do que faria a maioria dos outros seres vivos. A discórdia e a guerra entre os homens não são geradas biologicamente por determinados instintos, mas por arraigados estereótipos culturais. Disso segue que atingir a paz não é impossível, embora - a experiência nos ensina sobre isso - dificílima. 
    O tema principal de nosso congresso procura uma resposta à pergunta "Globalização - uma chance para a paz?". Primeiramente, será útil examinar um pouco: o que em suma nós entendemos por "globalização"? 
    A globalização está entre os mais discutidos conceitos da atualidade. Tem-se as mais diversas posturas a seu respeito, principalmente por ter muitas facetas, tais como: econômica (com ênfase em finanças), ecológica, psicológica, cultural, de comunicação e, não por último, política. Para diversos homens esta ou aquela faceta pode parecer mais essencial, e a opinião comum a respeito da globalização em suma pode ser definida da relação com aquela faceta.

Joaquim Cosme.

ONU afirma a desigualdade social devido a Globalização.


Globalização aumenta desigualdades sociais diz ONU.


Estudo da ONUaponta que as desigualdades entre países ricos e pobres aumentaram com a globalização. O documento "Uma globalização justa", realizado em parceria com a OIT e lançado dia 24 de fevereiro de 2004 chegou a essa conclusão. Entre os números apresentados estão os seguintes: 185 milhões de pessoas estão desempregadas no planeta (6,2% da força de trabalho), um recorde; a diferença entre países ricos e pobres aumentou desde o começo dos anos 90, com um grupo minoritário de nações (que representa 14% da população mundial) dominando metade do comércio mundial. No começo dos anos 60, a renda per capita nas nações mais pobres era de US$ 212, enquanto nos países mais ricos era de US$ 11.417; em 2002, essas cifras passaram a US$ 267 (+26%) e US$ 32.339 (+183,3%), respectivamente.
A comissão que preparou o relatório propõe uma série de medidas para melhorar a governança, tornar mais justo o comércio internacional, promover normas fundamentais de trabalho e um nível mínimo de proteção ao trabalhador. Para que as ações saíam do papel, conclama a participação de organismos internacionais, como o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial. No relatório, outras críticas são contempladas: 1) o comércio mundial deve reduzir as barreiras que impedem o acesso de produtos competitivos oriundos de países em desenvolvimento; 2) os Investimentos Diretos Estrangeiros precisam de nova regulamentação, para que se destinem ao setor produtivo; 3) o sistema financeiro internacional deveria prestar um apoio mais decisivo ao crescimento global sustentado.



Joaquim Cosme.

Globalização e meio ambiente.

 
Abertura de mercados ao comércio internacional, migração de capitais, uniformização e expansão tecnológica, tudo isso, capitaneado por uma frenética expansão dos meios de comunicação, parecem ser forças incontroláveis a mudar hábitos e conceitos, procedimentos e instituições. Nosso mundo aparenta estar cada vez menor, mais restrito, com todos os seus cantos explorados e expostos à curiosidade e à ação humana. É a globalização em seu sentido mais amplo, cujos reflexos se fazem sentir nos aspectos mais diversos de nossa vida.
As circunstâncias atuais parecem indicar que a globalização da economia, com todas as suas conseqüências sociais e culturais, é um fenômeno que, no mínimo, irá durar. O fim da bipolaridade ideológica no cenário internacional, a saturação dos mercados dos países mais ricos e a ação dos meios de comunicação, aliados a um crescente fortalecimento do poder das corporações e inversa redução do poder estatal (pelo menos nos países que não constituem potências de primeira ordem) são apenas alguns dos fatores que permitem esse prognóstico. O meio ambiente, em todos os seus componentes, tem sido e continuará cada vez mais sendo afetado pelo processo de globalização da economia.
Os impactos  da globalização da economia sobre o meio ambiente decorrem principalmente de seus efeitos sobre os sistemas produtivos e sobre os hábitos de consumo das populações. Alguns desses efeitos têm sido negativos e outros, positivos.
Está havendo claramente uma redistribuição das funções econômicas no mundo. Um mesmo produto final é feito com materiais, peças e componentes produzidos em várias partes do planeta. Produzem-se os componentes onde os custos são mais adequados. E os fatores que implicam os custos de produção incluem as exigências ambientais do país em que está instalada a fábrica. Este fato tem provocado em muitos casos um processo de "migração" industrial. Indústrias são rapidamente montadas em locais onde fatores como disponibilidade de mão-de-obra, salários, impostos, facilidades de transporte e exigências ambientais, entre outros, permitem a otimização de custos. Como a produção de componentes é feita em escala global, alimentando indústrias de montagem em várias partes do mundo, pequenas variações de custos produzem, no final, notáveis resultados financeiros.

Joaquim Cosme. 

Taxa natalidade

CORRESPONDENTE / GENEBRA

A taxa de natalidade do Brasil já é semelhante à dos países mais ricos do mundo. A informação é da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que alerta para um rápido envelhecimento da população brasileira e consequências diretas para o financiamento de aposentadoria.
De acordo com a OCDE, cada mulher brasileira tem, em média, 1,8 filho. Entre as moradoras das nações mais ricas do mundo, a taxa de natalidade é, em média, de 1,74.
Entre os maiores países emergentes, apenas a China tem uma taxa inferior à do Brasil - 1,5 -, e isso graças a um controle de natalidade rígido imposto pelo governo. Na comparação com outros emergentes, o cenário brasileiro é radicalmente diferente. Na Índia, por exemplo, são 2,7 filhos por mulher.
Impacto. A redução do número de filhos terá impacto econômico para a União. Segundo a OCDE, a consequência será o envelhecimento da sociedade e a necessidade de garantir uma maior participação da população ativa no pagamento de impostos para assegurar as aposentadorias.
As prioridades de gastos públicos também terão de ser revistas. "No médio prazo, haverá uma pressão menor para destinar recursos para crianças e maior para os gastos com pensões e saúde, já que uma população mais velha exige também um serviço de saúde maior", diz Simon Chapple, da divisão de políticas sociais da OCDE.
Gilson

Taxa de natalidade no Brasil


Jorge Lírio

Bandeira da China

Bandeira da China

a bandeira da china  
A bandeira da República Popular da China foi adotada em 27 de setembro de 1949. A cor predominante é a vermelha, que simboliza a revolução e o Partido Comunista da China, que tomou o poder na guerra civil de 1949. 
No canto superior esquerdo estão dispostas uma estrela grande e quatro pequenas, sendo todas na cor amarela e de cinco pontas. A estrela grande simboliza o PCC (Partido Comunista da China) e as quatro menores o povo chinês. O amarelo das estrelas representa o brilho da luz no solo chinês. O posicionamento das estrelas representa a união e o engajamento entre o povo chinês e o Partido Comunista da China.
A bandeira possui o formato retangular na proporção de 3:2 (comprimento e altura).

Gilberto Alves